Não tenho reforma que me permita fazer grandes viagens e, graças a Deus não sofro de nenhuma deficiência que me leve a ter necessidade de pedir um atestado ou uma vacina dos que subiram cerca de 600%. Mas reconheço que um aumento deste calibre é inaceitável. Se o custo destes atestados não era alterado há décadas, é porque os sucessivos Governos nunca consideraram necessário nenhum aumento ou^têm sido incompetentes. Agora, de um dia para o outro, quem precisa destes serviços, tem que desembolsar uma quantia que custa a pagar.
Mas tudo isto é realidade e eu quero falar de sonhos. E por duas razões. “Pelo sonho é que vamos”, dizia Sebastião da Gama e, para já, este Governo ainda não nos vai à carteira por sonharmos. O meu sonho era ver a minha reforma ser aumentada 600%. Fiz as contas. Deus! O que eu podia fazer com tanto dinheiro. Claro que não era nada comparado com os governantes e muito menos com os gestores do Banco de Portugal, da EDP, etc. etc. etc.
Mas, para mim, era um sonho. Um sonho que me permitia viver o meu mês sem estar sempre a consultar o Excel para ver se o fim do mês demora muito.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Alô! Alô! Jornalistas de investigação!
Depois de ouvir mais um capítulo do BPN, lembrei-me desta história.
“Um homem rico foi, em passeio, para uma ilha paradisíaca. Estava junto ar mar e viu um pescador que pescou dois peixes e foi para casa comê-los com a família. No dia seguinte, pesca um enorme peixe e regressa a casa para o saborear com a família. O homem começou e ver que o pescador se limitava a pescar um, ou dois, ou três peixes e ia comê-los com a família.
Depois de verificar esta rotina do pescador, o homem rico foi ter com ele e disse-lhe:
- Amanhã quando for pescar, não pare. Continue pescando tudo o que puder, pesque o máximo de peixe que conseguir.
- E depois?
- Depois leva os seus peixes para o mercado. Vende-os e guarda o dinheiro.
- E depois?
- Quando tiver algum dinheiro compra uma rede de pesca para poder pescar mais peixe ainda.
- E depois?
- Continua a pescar muito mais peixe, continua a vendê-lo e vai ganhar mais dinheiro ainda.
- E depois?
- Você já pode comprar um barco e com o barco vai poder ir para mais longe, encontrar mais peixes e trazer mais peixe para vender.
- E depois?
- Com a venda desses peixes arranja dinheiro para contratar ajudantes para o ajudar a pescar muito mais peixe. Quando tiver mais dinheiro compra um segundo barco e contrata mais empregados.
- E depois?
- Se continar a ganhar cada vez mais, pode ter uma frota de barcos de pesca. Constroi um depósito frigorífica para armazenar os peixes. Compra mais barcos, emprega mais gente e ganha mais dinheiro. Muito mais dinheiro.
- E depois?
- Você fica muito rico! Você pode parar de trabalhar! Pode ir morar na praia! Passar o dia pescando e descansando com sua família!
- Mas isso é o que eu faço agora, diz o pescador.”
A mentalidade do homem rico é a dos poderosos, políticos ou não. Não lhes chega serem ricos. Querem mais e mais e mais. É a ganância animalesca.
O que norteia os poderosos é o lucro fácil, conseguido por qualquer meio, normalmente desonesto. Esta noção de felicidade é-me dificilmente entendível tanto mais que é conseguida à custa dos portugueses com que eles gostam de, hipocritamente, encher a boca.
O caso BPN está a começar a mostrar os seus inúmeros tentáculos. Está na hora de uma Felícia Cabrita qualquer entrar em acção e começar a vasculhar bem todos os escândalos ainda escondidos e todos os políticos metido neste ninho de víboras.
Um banco que está falido e que o Governo teima em não deixar falir. No caso do BPP não houve apelo nem agravo. O Governo deixou cair. Mas o BPN? O que agarra tanto os políticos àquele banco? Deve haver montes de poderosos metidos neste monte de esterco. Cavaco vendeu as suas acções a 2,40 €. E quem foi que as vendeu, mais ou menos por essa altura, a preços mais elevados? E estas que o BPN nacionalizado está agora a comprar à antiga SLN? O Governo, que alega o “interesse público” sempre que se trata dos que rouba aos “sem voz”, não o utilizou para evitar o cumprimento destas compras por parte do BPN. Porquê?
Se vasculharem bem o caso BPN, às tantas não temos candidatos à Presidência da República. O Governo acabava. A Assembleia da República ficava às moscas. O que se poupava!
E Sócrates diz-nos que temos capacidade para resolver os nossos problemas. Só se for aumentando-os. Eu já nem acredito na vantagem de vir o FMI. São políticos na mesma só que europeus. Eu preferia que um país nórdico, de preferência, nos comprasse e começasse a pôr ordem neste regabofe. Garanto que o meu orgulho em ser dinamarquesa, ou sueca, seria bem maior do que o de ser portuguesa.
“Um homem rico foi, em passeio, para uma ilha paradisíaca. Estava junto ar mar e viu um pescador que pescou dois peixes e foi para casa comê-los com a família. No dia seguinte, pesca um enorme peixe e regressa a casa para o saborear com a família. O homem começou e ver que o pescador se limitava a pescar um, ou dois, ou três peixes e ia comê-los com a família.
Depois de verificar esta rotina do pescador, o homem rico foi ter com ele e disse-lhe:
- Amanhã quando for pescar, não pare. Continue pescando tudo o que puder, pesque o máximo de peixe que conseguir.
- E depois?
- Depois leva os seus peixes para o mercado. Vende-os e guarda o dinheiro.
- E depois?
- Quando tiver algum dinheiro compra uma rede de pesca para poder pescar mais peixe ainda.
- E depois?
- Continua a pescar muito mais peixe, continua a vendê-lo e vai ganhar mais dinheiro ainda.
- E depois?
- Você já pode comprar um barco e com o barco vai poder ir para mais longe, encontrar mais peixes e trazer mais peixe para vender.
- E depois?
- Com a venda desses peixes arranja dinheiro para contratar ajudantes para o ajudar a pescar muito mais peixe. Quando tiver mais dinheiro compra um segundo barco e contrata mais empregados.
- E depois?
- Se continar a ganhar cada vez mais, pode ter uma frota de barcos de pesca. Constroi um depósito frigorífica para armazenar os peixes. Compra mais barcos, emprega mais gente e ganha mais dinheiro. Muito mais dinheiro.
- E depois?
- Você fica muito rico! Você pode parar de trabalhar! Pode ir morar na praia! Passar o dia pescando e descansando com sua família!
- Mas isso é o que eu faço agora, diz o pescador.”
A mentalidade do homem rico é a dos poderosos, políticos ou não. Não lhes chega serem ricos. Querem mais e mais e mais. É a ganância animalesca.
O que norteia os poderosos é o lucro fácil, conseguido por qualquer meio, normalmente desonesto. Esta noção de felicidade é-me dificilmente entendível tanto mais que é conseguida à custa dos portugueses com que eles gostam de, hipocritamente, encher a boca.
O caso BPN está a começar a mostrar os seus inúmeros tentáculos. Está na hora de uma Felícia Cabrita qualquer entrar em acção e começar a vasculhar bem todos os escândalos ainda escondidos e todos os políticos metido neste ninho de víboras.
Um banco que está falido e que o Governo teima em não deixar falir. No caso do BPP não houve apelo nem agravo. O Governo deixou cair. Mas o BPN? O que agarra tanto os políticos àquele banco? Deve haver montes de poderosos metidos neste monte de esterco. Cavaco vendeu as suas acções a 2,40 €. E quem foi que as vendeu, mais ou menos por essa altura, a preços mais elevados? E estas que o BPN nacionalizado está agora a comprar à antiga SLN? O Governo, que alega o “interesse público” sempre que se trata dos que rouba aos “sem voz”, não o utilizou para evitar o cumprimento destas compras por parte do BPN. Porquê?
Se vasculharem bem o caso BPN, às tantas não temos candidatos à Presidência da República. O Governo acabava. A Assembleia da República ficava às moscas. O que se poupava!
E Sócrates diz-nos que temos capacidade para resolver os nossos problemas. Só se for aumentando-os. Eu já nem acredito na vantagem de vir o FMI. São políticos na mesma só que europeus. Eu preferia que um país nórdico, de preferência, nos comprasse e começasse a pôr ordem neste regabofe. Garanto que o meu orgulho em ser dinamarquesa, ou sueca, seria bem maior do que o de ser portuguesa.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Campanha baixa
A campanha eleitoral abandalhou-se. Tinha que ser. Ou não fossem políticos a fazê-la.
Houve razões escondidas para nacionalizar o BPN e deixar cair o BPP. Havia poderosos, de todos os partidos, ligados ao BPN. Não foi pelos lindos olhos de Cavaco que o Governo nacionalizou o BPN. Havia muitos “Cavacos” que assim o exigiam. A começar pelo Governo que investiu lá o nosso dinheiro da Segurança Social. Pena que a comunicação social não investigue esses interesses. Nunca gostei do Cavaco mas, neste momento, acho que ele está a ser o bode expiatório do caso BPN.
Mas Alegre tem muitos telhados de vidro. Preferiu ir para a Argélia, desertando, a lutar aqui pela liberdade e pela democracia. Agora fala como se a sua vida fosse um exemplo da luta pela liberdade em Portugal. Embora discordando deste tipo de campanha reles, era bem feito que um dos outros candidatos pegasse nos telhados de vidro do Alegre. Como só sabe escrever poesia e isso não é modo de vida, dedicou-se à profissão que não exige qualquer tipo de qualificação e dá muito dinheiro – a política. Agora dava-lhe jeito um cargo bem remunerado e com garantias até ao fim da vida.
Viver não custa. O que custa é saber viver.
Houve razões escondidas para nacionalizar o BPN e deixar cair o BPP. Havia poderosos, de todos os partidos, ligados ao BPN. Não foi pelos lindos olhos de Cavaco que o Governo nacionalizou o BPN. Havia muitos “Cavacos” que assim o exigiam. A começar pelo Governo que investiu lá o nosso dinheiro da Segurança Social. Pena que a comunicação social não investigue esses interesses. Nunca gostei do Cavaco mas, neste momento, acho que ele está a ser o bode expiatório do caso BPN.
Mas Alegre tem muitos telhados de vidro. Preferiu ir para a Argélia, desertando, a lutar aqui pela liberdade e pela democracia. Agora fala como se a sua vida fosse um exemplo da luta pela liberdade em Portugal. Embora discordando deste tipo de campanha reles, era bem feito que um dos outros candidatos pegasse nos telhados de vidro do Alegre. Como só sabe escrever poesia e isso não é modo de vida, dedicou-se à profissão que não exige qualquer tipo de qualificação e dá muito dinheiro – a política. Agora dava-lhe jeito um cargo bem remunerado e com garantias até ao fim da vida.
Viver não custa. O que custa é saber viver.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Pela imprensa
“Sócrates não vai discutir compra de dívida pública portuguesa com Dilma Rousseff” (Público)
Mas vai vender-lhe Magalhães, certamente. Qualquer dia, de nosso, só temos a incompetência.
Mas vai vender-lhe Magalhães, certamente. Qualquer dia, de nosso, só temos a incompetência.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O nojo deste governo
Quando eu penso que o nojo da política bateu no fundo, há sempre algo que me mostra que ainda há mais buraco no fundo.
“A Segurança Social promoveu todas as chefias para compensar os cortes salariais no próximo ano. O aumento tem efeitos retroactivos ao início de 2010. As nomeações foram hoje publicadas em Diário da República e são assinadas pelo ministro das Finanças.”
Ouvi. Não acreditei. Fui ler. Lá estava. Preto no branco. Na véspera de entrar em vigor a maior parte das medidas que nos vão lixar a vida, o ministro das Finanças, assinou esta vergonha.
Como é que Sócrates tem moral para nos falar em patriotismo? Para as urtigas o patriotismo! Eles também se estão nas tintas para o patriotismo. E para nós. Olham para eles e para os amigos deles e são capazes de tudo. E quando digo tudo, é tudo mesmo. Já me roubaram na reforma, este mês, mas aumentam esta corja para que nem notem a crise que os outros hão-de pagar. E depois os socialistas, e o seu candidato alegre, enchem a boca com o estado social. Para o raio que os parta a todos. É nas mãos destes vigaristas, destes gatunos, destes hipócritas, desta gente obscena que está entregue o governo do meu país.
Acabo o ano indignada com mais esta canalhice deste governo. Só lamento não ter poder para lhes proporcionar o ano novo que merecem.
“A Segurança Social promoveu todas as chefias para compensar os cortes salariais no próximo ano. O aumento tem efeitos retroactivos ao início de 2010. As nomeações foram hoje publicadas em Diário da República e são assinadas pelo ministro das Finanças.”
Ouvi. Não acreditei. Fui ler. Lá estava. Preto no branco. Na véspera de entrar em vigor a maior parte das medidas que nos vão lixar a vida, o ministro das Finanças, assinou esta vergonha.
Como é que Sócrates tem moral para nos falar em patriotismo? Para as urtigas o patriotismo! Eles também se estão nas tintas para o patriotismo. E para nós. Olham para eles e para os amigos deles e são capazes de tudo. E quando digo tudo, é tudo mesmo. Já me roubaram na reforma, este mês, mas aumentam esta corja para que nem notem a crise que os outros hão-de pagar. E depois os socialistas, e o seu candidato alegre, enchem a boca com o estado social. Para o raio que os parta a todos. É nas mãos destes vigaristas, destes gatunos, destes hipócritas, desta gente obscena que está entregue o governo do meu país.
Acabo o ano indignada com mais esta canalhice deste governo. Só lamento não ter poder para lhes proporcionar o ano novo que merecem.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Esforço patriótico
"A Assembleia Legislativa dos Açores, reunida esta manhã em sessão extraordinária, confirmou, com larga maioria (PS, BE, PPM, CDS-PP e PCP), o decreto no Orçamento da região para 2011 que institui a compensação remuneratória aos funcionários açorianos com vencimentos entre 1500 e 2000 euros." (Público)
Afinal o esforço patriótico a que Sócrates apelou, não é para todos. No feudo socialista ele não chega. Pior. Não chega com o acordo de quase todos os partidos.
São assim os políticos... e ainda querem ser respeitados.
Afinal o esforço patriótico a que Sócrates apelou, não é para todos. No feudo socialista ele não chega. Pior. Não chega com o acordo de quase todos os partidos.
São assim os políticos... e ainda querem ser respeitados.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Que tristeza, Alegre!
Senhor Alegre
As pessoas da minha faixa etária, que viveram a guerra colonial, podem apreciá-lo como poeta; seguramente não o apreciam como cidadão desertor.
A sua atitude de tentar ligar Cavaco Silva (de que também não gosto) ao antigo regime, foi baixa. Por que não fala também nas posições que tomou contra Portugal (a sua pátria com a qual, agora, enche a boca) na Voz da Argélia?
Não atire pedras aos telhado dos outros porque o seu é de vidro.
As pessoas da minha faixa etária, que viveram a guerra colonial, podem apreciá-lo como poeta; seguramente não o apreciam como cidadão desertor.
A sua atitude de tentar ligar Cavaco Silva (de que também não gosto) ao antigo regime, foi baixa. Por que não fala também nas posições que tomou contra Portugal (a sua pátria com a qual, agora, enche a boca) na Voz da Argélia?
Não atire pedras aos telhado dos outros porque o seu é de vidro.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Metro a preço de ouro
O termo “urgência imperiosa” é a chave para dar o nosso dinheiro aos amigos socialistas. Desta feita, é a via de acesso ao Hospital de Braga. Com a “urgência imperiosa” evita-se o concurso público e adjudica-se directamente a obra, nesta caso à Obrecol.
Cada metro desta estrada vai-nos ficar por 8.240,00 €.
O revestimento desta estrada será em mármore de carrara?
Os “chefes” da Obrecol são:
Presidente do Conselho de Administração: Eng.º Gabriel Encarnação Santos
Administrador Delegado: Eng.º Jorge Serrano
Administrador de Produção - Norte: Eng.º Pinho Gonçalves
Administrador Área Jurídica: Dr. Oliveira e Silva
Administrador Área Financeira: Dr. José Manuel Marques
Por mera curiosidade pergunto-me – estes cavalheiros serão afectos a que partido político?
Desde 2004 que a Estradas de Portugal estudava esta obra mas, agora, deu-lhes a pressa e invocam a “urgência imperiosa” para entregar a obra à Obrecol pelo preço que esta entender. Claro que nada é ilegal. A norma aprovada em 2008 legalizou, dessa forma, os ajustes directos sem limite máximo para o valor da adjudicação.
Cada metro desta estrada vai-nos ficar por 8.240,00 €.
O revestimento desta estrada será em mármore de carrara?
Os “chefes” da Obrecol são:
Presidente do Conselho de Administração: Eng.º Gabriel Encarnação Santos
Administrador Delegado: Eng.º Jorge Serrano
Administrador de Produção - Norte: Eng.º Pinho Gonçalves
Administrador Área Jurídica: Dr. Oliveira e Silva
Administrador Área Financeira: Dr. José Manuel Marques
Por mera curiosidade pergunto-me – estes cavalheiros serão afectos a que partido político?
Desde 2004 que a Estradas de Portugal estudava esta obra mas, agora, deu-lhes a pressa e invocam a “urgência imperiosa” para entregar a obra à Obrecol pelo preço que esta entender. Claro que nada é ilegal. A norma aprovada em 2008 legalizou, dessa forma, os ajustes directos sem limite máximo para o valor da adjudicação.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Fim à vista
O PS está a preparar-se para perder o poder. Começaram a colocar amigos e comprar votos.
O Governo cria mais uma empresa pública. A Agência para o Investimento Público a Parcerias. O que vão fazer os três administradores, o fiscal, o conselho consultivo e os n trabalhadores, é o que devia ser feito pelas centenas de portadores de cartão socialista que o Governo chamou para consigo trabalharem. Uma vergonha.
Carlos César resolveu dar com uma mão o que o Governo vai tirar com outra. Em vez de dar electrodomésticos, dá dinheiro. Compra votos mesmo com dinheiro. Mas Carlos César diz que esta medida não custa um euro aos contribuintes. E as transferências que vão do continente para o arquipélago? Vêm de onde?
Sócrates disse que não comentava porque se o fizesse tinha muito a dizer dos Açores e da Madeira.
A Madeira e os Açores ficam-nos caríssimos e, ainda por cima, não são obrigados a cumprir as leis portuguesas. Aqueles territórios, que se regem por leis próprias, são portugueses? Cá por mim, dava a independência às duas regiões autónomas. Se não precisam do continente, o continente muito menos precisa delas. Depois faziam “as flores” que muito bem entendessem com o dinheiro deles.
O Governo cria mais uma empresa pública. A Agência para o Investimento Público a Parcerias. O que vão fazer os três administradores, o fiscal, o conselho consultivo e os n trabalhadores, é o que devia ser feito pelas centenas de portadores de cartão socialista que o Governo chamou para consigo trabalharem. Uma vergonha.
Carlos César resolveu dar com uma mão o que o Governo vai tirar com outra. Em vez de dar electrodomésticos, dá dinheiro. Compra votos mesmo com dinheiro. Mas Carlos César diz que esta medida não custa um euro aos contribuintes. E as transferências que vão do continente para o arquipélago? Vêm de onde?
Sócrates disse que não comentava porque se o fizesse tinha muito a dizer dos Açores e da Madeira.
A Madeira e os Açores ficam-nos caríssimos e, ainda por cima, não são obrigados a cumprir as leis portuguesas. Aqueles territórios, que se regem por leis próprias, são portugueses? Cá por mim, dava a independência às duas regiões autónomas. Se não precisam do continente, o continente muito menos precisa delas. Depois faziam “as flores” que muito bem entendessem com o dinheiro deles.
Grande lição
Foi hoje a enterrar um grande homem deste país. Ernâni Lopes conhecia bem a realidade portuguesa e transmitia a sua opinião para quem o queria ouvir. Num país onde o poder político se bate por esconder a realidade, este homem foi colocado no rol dos profetas da desgraça.
Em Junho deste ano, Ernâni Lopes dizia, na SIC que “a chave a médio e a longo prazo em termos do modo é valores, atitudes e padrões de comportamento”.
Nesse programa mostrou um quadro – a via útil para o futuro. E disse “Peço a vossa compreensão para a dureza do que vou dizer. O único problema é que a dureza não é minha. É da realidade pura e simplesmente.”
"Se não ensinarmos isto aos nossos filhos não vale a pena perder tempo a fazer medidas de pormenor de política monetária."
Num país onde tantos portugueses, incluindo a classe política, incentiva o facilitismo, não valoriza a excelência, adora a moleza, elogia a golpada, desconhece o significado de honra, desvaloriza o conhecimento, apoia a mandriice e vive na aldrabice, as palavras de Êrnani Lopes são mesmo uma grande lição.
Cada um de nós, no nosso metro quadrado, tem obrigação de pôr ém prática as palavras deste homem. Pelo menos para bem dos que nos são mais próximos.
Em Junho deste ano, Ernâni Lopes dizia, na SIC que “a chave a médio e a longo prazo em termos do modo é valores, atitudes e padrões de comportamento”.
Nesse programa mostrou um quadro – a via útil para o futuro. E disse “Peço a vossa compreensão para a dureza do que vou dizer. O único problema é que a dureza não é minha. É da realidade pura e simplesmente.”
Num país onde tantos portugueses, incluindo a classe política, incentiva o facilitismo, não valoriza a excelência, adora a moleza, elogia a golpada, desconhece o significado de honra, desvaloriza o conhecimento, apoia a mandriice e vive na aldrabice, as palavras de Êrnani Lopes são mesmo uma grande lição.
Cada um de nós, no nosso metro quadrado, tem obrigação de pôr ém prática as palavras deste homem. Pelo menos para bem dos que nos são mais próximos.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Candidatura chumbada
A candidatura portuguesa e espanhola foi eliminada. Óptimo!
O termos cá o mundial, diziam, trazia muitas vantagens a Portugal. Mas, conhecendo os portugueses como conheço, as despesas iriam ser maiores que as receitas. Iria ser formada mais uma comissão de amigos que iriam enriquecer à nossa custa. Tudo o que por cá se tem feito, tem acabado assim. Haja em vista a Expo e o Euro 2004. Este último, teremos de continuar nós todos a pagá-lo até 2024. Mas aposto que muito oportunista aumentou substancialmente a sua conta bancária à conta destes eventos.
Continuemos, até 2022, a apertar o cinto mas sem pensar em mais despesas de futebol para além do Euro 2004.
O termos cá o mundial, diziam, trazia muitas vantagens a Portugal. Mas, conhecendo os portugueses como conheço, as despesas iriam ser maiores que as receitas. Iria ser formada mais uma comissão de amigos que iriam enriquecer à nossa custa. Tudo o que por cá se tem feito, tem acabado assim. Haja em vista a Expo e o Euro 2004. Este último, teremos de continuar nós todos a pagá-lo até 2024. Mas aposto que muito oportunista aumentou substancialmente a sua conta bancária à conta destes eventos.
Continuemos, até 2022, a apertar o cinto mas sem pensar em mais despesas de futebol para além do Euro 2004.
sábado, 6 de novembro de 2010
São os próprios deputados que o dizem
Nuno Teixeira, o único deputado madeirense no Parlamento Europeu disse, em entrevista, à SIC Notícias.
“Quem quiser estar no Parlamento Europeu e passar entre os pingos da chuva, ou seja, não quiser fazer nada, é perfeitamente possível. Uma pessoa pode estar aqui um mandato inteiro e ninguém dar por ela mas quem quiser efectivamente trabalhar e quem quiser empenhar-se e fazer coisas tem muito para fazer, tem muito chão para percorrer e foi essa a opção que eu fiz. Optei por trabalhar porque foi para isso que as pessoas me elegeram, a minha obrigação é essa e eu não faço mais do que o meu dever.”
A política é isto. A democracia é isto. Arranjam-se tachos para centenas de cidadãos com cartão partidário. Desses, uma meia dúzia trabalha, os outros “passam entre os pingos da chuva” e enchem a conta bancária. Lá, como cá, o número de deputados é estupidamente exagerado. A política portuguesa levou-nos para o lodaçal mas a política europeia vai pelo mesmo caminho. Quem sustenta esta gente toda, a minoria que quer trabalhar e a maioria que quer enriquecer, somos todos nós. E o que nós produzimos não é uma fonte inesgotável. Um dia, tudo isto estoura.
“Quem quiser estar no Parlamento Europeu e passar entre os pingos da chuva, ou seja, não quiser fazer nada, é perfeitamente possível. Uma pessoa pode estar aqui um mandato inteiro e ninguém dar por ela mas quem quiser efectivamente trabalhar e quem quiser empenhar-se e fazer coisas tem muito para fazer, tem muito chão para percorrer e foi essa a opção que eu fiz. Optei por trabalhar porque foi para isso que as pessoas me elegeram, a minha obrigação é essa e eu não faço mais do que o meu dever.”
A política é isto. A democracia é isto. Arranjam-se tachos para centenas de cidadãos com cartão partidário. Desses, uma meia dúzia trabalha, os outros “passam entre os pingos da chuva” e enchem a conta bancária. Lá, como cá, o número de deputados é estupidamente exagerado. A política portuguesa levou-nos para o lodaçal mas a política europeia vai pelo mesmo caminho. Quem sustenta esta gente toda, a minoria que quer trabalhar e a maioria que quer enriquecer, somos todos nós. E o que nós produzimos não é uma fonte inesgotável. Um dia, tudo isto estoura.
domingo, 17 de outubro de 2010
Óbito de Portugal
Um país que estava de tanga em 2001 e em 2010, depois de serem pedidos sacrifícios consecutivos aos portugueses, está nu. Um país onde os políticos oferecem computadores a milhões de crianças e, a seguir, lhe tiram os meios de subsistência. Um país que deve este mundo e o outro e que precisa que o Orçamento de Estado seja viabilizado para pedir mais dinheiro emprestado. Um país que desbaratou milhões de euros no embuste que é o Programa Novas Oportunidades, cuja finalidade é encher o país de analfabetos, à boa maneira de Salazar, mas comprando-os com uma qualificação. Um país onde os políticos, em tempo de crise e em véspera de eleições, numa atitude irresponsável e criminosa, aumenta 2,9 % ao vencimento dos funcionários públicos. Um país que arranja mecanismos desonestos, a que chama PPP, para fazer obra que os que vierem hão-de pagar. Um país cujos políticos, de norte a sul e de este a oeste, fundam empresas, institutos e afins que de pouco ou nada servem e cuja finalidade é colocar os amigos. Um país que tem um número injustificável de ministérios e com equipas ministeriais assustadoramente grandes onde, por mera coincidência, trabalham filhos e filhas dos correligionários. Um país onde qualquer saloio analfabeto que consiga entrar para a política consegue enriquecer em pouco tempo. Um país que está esquartejado em distritos e freguesias onde (imagine-se!) temos freguesias com 1 quilómetro quadrado e distritos (imagine-se!) com apenas uma freguesia, como é o caso de S. João da Madeira, tudo com a finalidade de arranjar tachos para os filiados partidários. Um país, que pouco maior é que uma quinta grande, onde os políticos viram necessidade de colocar no Parlamento o número máximo de deputados previsto por lei, já de si afrontosamente exagerado. Um país onde os políticos não servem os portugueses mas servem-se dos portugueses. Um país onde, para os políticos, poupar na despesa é apenas diminuir os vencimentos de quem trabalha ou tem uma reforma depois de uma vida de trabalho e ainda por cima têm a pouca vergonha de dizer que o fazem com uma dor na alma. Um país onde se criou, em Março de 1993, a Parque EXPO, uma empresa de capitais públicos para “conceber, executar, construir explorar e desmantelar a Exposição Mundial de Lisboa (EXPO’98)” e passados 18 anos continua a existir e fazer aquilo que sempre se fez sem ela, antes da EXPO. Um país onde o dirigente de um partido político não pára de insultar o adversário com quem quer negociar. Um país que tem um parlamento com gente sem valor e sem valores, sem moral e sem educação. Um país onde a DGCI gastou 220 mil euros a comemorar o aniversário. Um país que, no auge de mais uma crise, gastou uma quantia obscena nas comemorações do 5 de Outubro. Um país onde os políticos brincam com os nossos dinheiros e nunca são responsabilizados. … E podia ficar aqui um ano a escrever os desmandos dos nossos políticos e das nossas políticas.
Um país destes, para mim, chegou ao fundo. Tem de pedir a insolvência. Os políticos deste país já me deram provas mais do que suficientes de que não são honestos, de que não são capazes de governar nem gerir os dinheiros públicos.
Como se pode viabilizar um Orçamento de Estado para esta chafarica? Quem vai assinar a certidão de óbito de Portugal?
É que os do costume vão pagar as asneiras sucessivas dos governantes com uma única certeza – não vai servir de nada. Em 2011 teremos mais e mais gravosos PECs. Os que o vão decidir fazem-no levianamente porque a vida deles não vai ser, nunca foi nem nunca será, minimamente beliscada.
Com partidos políticos nunca teremos mais do que isto e sem partidos políticos, dizem, não temos democracia. Mas se a democracia é isto, eu não quero viver em democracia.
Precisávamos de um Salazar para pegar no Ministério das Finanças e colocar esta corja toda no olho da rua. Ou de uma revolução, desta vez sem cravos.
Um país destes, para mim, chegou ao fundo. Tem de pedir a insolvência. Os políticos deste país já me deram provas mais do que suficientes de que não são honestos, de que não são capazes de governar nem gerir os dinheiros públicos.
Como se pode viabilizar um Orçamento de Estado para esta chafarica? Quem vai assinar a certidão de óbito de Portugal?
É que os do costume vão pagar as asneiras sucessivas dos governantes com uma única certeza – não vai servir de nada. Em 2011 teremos mais e mais gravosos PECs. Os que o vão decidir fazem-no levianamente porque a vida deles não vai ser, nunca foi nem nunca será, minimamente beliscada.
Com partidos políticos nunca teremos mais do que isto e sem partidos políticos, dizem, não temos democracia. Mas se a democracia é isto, eu não quero viver em democracia.
Precisávamos de um Salazar para pegar no Ministério das Finanças e colocar esta corja toda no olho da rua. Ou de uma revolução, desta vez sem cravos.
sábado, 16 de outubro de 2010
À Sócrates
Ou eu me engano muito ou o Governo ainda vai conseguir sacudir para o PSD a responsabilidade pelo atraso na entrega do OE.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
5 de Outubro
Faz hoje 100 anos que um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.
Imaginemos um português que resolver fazer uma festa de arromba para comemorar qualquer coisa. Por exemplo, os seus anos. Pede dinheiro emprestado a todos os seus familiares e amigos e, com ele, aluga a sala, contrata uma orquestra, arranja uma empresa que lhe põe nas mesas uma lauta refeição. Depois convida os familiares e amigos, a quem deve, para a sua festa e alega que o facto de fazer anos justifica uma festa deste calibre.
Comemorar o 5 de Outubro gastando uma pequena/grande fortuna numa altura em que os portugueses estão a dar da sua boca para o Estado, em que Portugal está endividado até à alma, é fazer como o português com a sua festa de anos.
Como é que os portugueses podem aceitar a austeridade que lhes cai em cima todos os dias, ainda por cima apelando ao seu sentido patriótico, com estes exemplos. Portugal continua a viver de faz de conta. Faz de conta que somos ricos.
Imaginemos um português que resolver fazer uma festa de arromba para comemorar qualquer coisa. Por exemplo, os seus anos. Pede dinheiro emprestado a todos os seus familiares e amigos e, com ele, aluga a sala, contrata uma orquestra, arranja uma empresa que lhe põe nas mesas uma lauta refeição. Depois convida os familiares e amigos, a quem deve, para a sua festa e alega que o facto de fazer anos justifica uma festa deste calibre.
Comemorar o 5 de Outubro gastando uma pequena/grande fortuna numa altura em que os portugueses estão a dar da sua boca para o Estado, em que Portugal está endividado até à alma, é fazer como o português com a sua festa de anos.
Como é que os portugueses podem aceitar a austeridade que lhes cai em cima todos os dias, ainda por cima apelando ao seu sentido patriótico, com estes exemplos. Portugal continua a viver de faz de conta. Faz de conta que somos ricos.
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5 de Outubro,
Implantação da República
sábado, 2 de outubro de 2010
Haverá outro plano de austeridade?
"Não, com certeza que não. Estas são as medidas para 2010 e para 2011 para garantir a todos que chegaremos ao final de 2011 com um défice muito semelhante ao da Alemanha." - disse sócrates
Como já vivo há seis anos com este Governo socialista, a palavra do PM merece-me tanto crédito como a do Tiririca. Assim, aguardo as novas medidas de austeridade.
Como já vivo há seis anos com este Governo socialista, a palavra do PM merece-me tanto crédito como a do Tiririca. Assim, aguardo as novas medidas de austeridade.
É de tocar o coração
"Estamos a atravessar um momento difícil, foram tomadas medidas muito duras e, obviamente, que sendo neste momento deputado sou dos que perde mais dinheiro", afirmou o deputado socialista Ricardo Gonçalves no hospital de Penafiel.
Senhor deputado. Estou com o coração a sangrar com a sua situação. Se quiser perder menos dinheiro, eu troco a minha reforma pelo seu ordenado com as alcavalas. É só contactar comigo por e-mail.
Os políticos de valor e de valores, já não existem. O que temos agora é... disto.
Que saudade do tempo em que os políticos eram pessoas respeitáveis!
Senhor deputado. Estou com o coração a sangrar com a sua situação. Se quiser perder menos dinheiro, eu troco a minha reforma pelo seu ordenado com as alcavalas. É só contactar comigo por e-mail.
Os políticos de valor e de valores, já não existem. O que temos agora é... disto.
Que saudade do tempo em que os políticos eram pessoas respeitáveis!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A maioria dos portugueses votantes quis isto
“De modo que permaneceu sentado contando cada batida do seu angustiado embora insensível coração, grávido de uma cólera surda que só conseguia expressar com a imobilidade, devolvido ao passado através das imagens que lhe inflamavam a retina.”
Foi este o último parágrafo que li do livro “a Ofensa” de Ricardo Menéndez Salmón antes de começar a falar o Primeiro-ministro nas televisões. Eu fiquei exactamente como Kurt Cruwell. Imóvel, com uma revolta imensa, com uma raiva incontida, com uma fome de justiça, com uma tristeza imensa de já não poder fugir deste miserável país. A hecatombe que Sócrates me atirou para cima deixou-me com uma tal imobilidade que não fui onde devia ter ido à noite. O corpo e a alma não mo permitiam.
Hoje, só quero dizer aos portugueses que votaram neste miserável governo, aos funcionários públicos que se venderam por um aumento de 2,9%, aos concidadãos que, apesar de todas as evidências, ainda acreditaram em José Sócrates e nele votaram, que lhes desejo, do fundo do meu coração angustiado, que venham a sofrer, nos próximos anos, mais do que eu. Merecem, já que nele votaram.
Afinal a maioria dos portugueses votantes quis isto. Assim seja!
Foi este o último parágrafo que li do livro “a Ofensa” de Ricardo Menéndez Salmón antes de começar a falar o Primeiro-ministro nas televisões. Eu fiquei exactamente como Kurt Cruwell. Imóvel, com uma revolta imensa, com uma raiva incontida, com uma fome de justiça, com uma tristeza imensa de já não poder fugir deste miserável país. A hecatombe que Sócrates me atirou para cima deixou-me com uma tal imobilidade que não fui onde devia ter ido à noite. O corpo e a alma não mo permitiam.
Hoje, só quero dizer aos portugueses que votaram neste miserável governo, aos funcionários públicos que se venderam por um aumento de 2,9%, aos concidadãos que, apesar de todas as evidências, ainda acreditaram em José Sócrates e nele votaram, que lhes desejo, do fundo do meu coração angustiado, que venham a sofrer, nos próximos anos, mais do que eu. Merecem, já que nele votaram.
Afinal a maioria dos portugueses votantes quis isto. Assim seja!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Para lamentar
O PR recebe hoje e amanhã os partidos com representação para lamentar. A ver vamos.
Manuel Alegre diz que o PR está a fazer campanha eleitoral e que não devia meter-se já a solução do problema compete aos partidos políticos. Há dias, o mesmo senhor Alegre disse que o PR já devia ter tomado esta decisão há muito tempo. Também é para lamentar.
Sr. Alegre, seja coerente com os ataques a Cavaco Silva e decida-se. Eu já decidi em quem não voto para PR.
Manuel Alegre diz que o PR está a fazer campanha eleitoral e que não devia meter-se já a solução do problema compete aos partidos políticos. Há dias, o mesmo senhor Alegre disse que o PR já devia ter tomado esta decisão há muito tempo. Também é para lamentar.
Sr. Alegre, seja coerente com os ataques a Cavaco Silva e decida-se. Eu já decidi em quem não voto para PR.
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