Não entro em disputas Lisboa-Porto e, embora seja tripeira de corpo e alma, tenho muitos e bons familiares e amigos em Lisboa. Tenho lá quase todas as grandes amigas que comigo viveram cinco anos de internato no Instituto de Odivelas.
O poder centralista do Governo deste país raia o foro patológico. O mesmo Governo que propagandeia a regionalização. Não haverá aqui alguma incongruência?
Mas Senhores governantes, há coisas que o poder e o dinheiro não compram. Por muito que isso vos doa. O vinho do Porto será sempre do Porto, os lenços dos namorados serão sempre do Minho, os doces de ovos de Amarante serão sempre de Amarante, os galos de Barcelos serão sempre de Barcelos, os bordados de Tibaldinho serão sempre de Tibaldinho, o Castelo de Guimarães será sempre de Guimarães, o Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima será sempre de Ponte de Lima, as barricas de ovos moles serão sempre de Aveiro, os covilhetes de Vila Real serão sempre de Vila Real, as clarinhas de Fão serão sempre de Fão, os espigueiros do Soajo serão sempre do Soajo,…
E poderia ficar aqui dias a enumerar tantas e tantas coisas que nunca irão para a capital. Que nos levem o Red Bull Air Race. Continuaremos a ser imensamente ricos.
4 comentários:
Esperar tudo de um governo assim.
Alguns Portugueses têm aquilo que merecem.
Saudações Marítimas
José Modesto
José Modesto
Se pensarmos bem, todos os Governos são centralistas.
Mas tem razão. Os portugueses têm aquilo que merecem.
Um abraço
beijo
Bom Ano
heretico
Um Bom Ano também para ti.
beijo
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